O passivo das Estradas de Portugal aumentou cerca de 1,12 milhões de euros em Junho face ao mesmo mês do ano passado.
De acordo com o boletim informativo sobre o Sector Empresarial do Estado, relativo ao mês de Junho, o passivo desta concessionária ascendia a 15,27 mil milhões de euros.
Um valor bastante superior aos 14,15 mil milhões de euros registados no ano anterior e tornando-a a empresa pública com pior resultado em termos de comparação homóloga.
Facturação das concessionárias cresce 2,8%
Estradas de Portugal triplica salário do presidente
Ainda segundo este documento da Direcção-Geral do Tesouro, de entre todas as empresas públicas da área das infra-estruturas, apenas a Administração Portuária conseguiu reduzir o seu passivo: menos 37,9 mil euros, ficando-se pelos 811,1 mil euros.
De resto, tanto a Refer (que tem um passivo de 5,61 mil milhões de euros), como a ANA (558,9 mil euros) não conseguiram melhorar os resultados face a 2008.
Vivam as SCUT!
Viva a REFER!
Viva a ANA!
Vivam os tentáculos do Estado em tudo o que é esquina!
Como bem diz o slogan, obra a obra, Lisboa melhora.
Remodelação do Terreiro do Paço viola a lei, diz presidente da Assembleia Municipal
depois do visionamento destas declarações aguarda-se pelos comentários ...
Acordo entre Costa e MAI num impasse.
Declaração de Pedro Santana Lopes às 12h de dia 26 de Maio!
e nesta questão? Também é fácil concordar com ela?!
Na reunião de Câmara que terá lugar amanhã, dia 20, uma das propostas em discussão é relativa a um projecto de regeneração urbana no Bairro Padre Cruz. Em concreto aquilo que estará em votação é a elaboração de um protocolo entre a CML e outras entidades para uma candidatura ao QREN.
Para já ocorre-me uma questão? Serão colocados outdoors no Bairro Padre Cruz a dizer: “Aprovado pela CML, Aguarda Aprovação do QREN”?
Para quem gostou do video anterior do Dr. Pedro Santana Lopes...
http://sic.aeiou.pt/online/video/program
Brincadeiras à parte, ainda que o sketch tenha sido muito bom!, fica a ideia, é um facto que o Dr. Santana Lopes, guerreiro e menino, com todas as qualidades que possa eventualmente ter tem efectivamente a fama (e o proveito) de não cumprir os mandatos.
Ou seja, pede a confiança dos eleitores e promete cumprir com um projecto e passados uns meses (muitos ou poucos – dependendo dos casos) abandona ambos (eleitores e projectos) em favor outras coisas.
Sinceramente reconheço no agora candidato/recandidato/retornado Santana Lopes algumas mais valias, enfim nem tudo é mau, é um bom tribuno, é persistente, sabe motivar e fazer acreditar, etc. Mas é também alguém que não é virgem na CML, alguém se lembra do Santana presidente? Eu só me lembro da parte em que prometeu e na altura de concretizar ... tenho muita pena mas vou-me embora, vou para outra...
É isto que queremos para Lisboa? Alguém que, não desvalorizando as qualidades que terá, não aguenta o barco? Não demonstra estabilidade, no sentido político do termo, alguém que não termina um único mandato (talvez haja uma honrosa excepção, talvez), alguém que, talvez também por causa disto, não tem sequer a confiança política da sua presidenta? Por mim falo, não, não é isto que quero, e os senhores?
O Tribunal de Contas considera “não ter sido salvaguardado o interesse do Estado” no processo de alargamento da concessão do terminal de contentores de Alcântara à empresa Liscont.
Se calhar, agora até se justificava uma “providênciazinha cautelar” do tal senhor que supostamente “fazia falta”.
«A apresentação pública do projecto do Terreiro do Paço é um momento simbólico importante. Hesitei sobre se deveria participar no debate. Tenho a maior consideração, respeito e estima pelo arq. João Biencard Cruz, que me sucedeu na Frente Tejo e que convidara para meu braço-direito; fui eu quem tomou a decisão de pedir ao arq. Bruno Soares - um grande arquitecto e uma pessoa de bem, como Biencard - para continuar o trabalho que estava já a fazer na área. Mas, tudo ponderado, acho que devo falar.O objectivo que definira era que se fizesse um restauro da praça, tendo presente que ela é simultaneamente uma praça real setecentista e um espaço da sociedade burguesa que se lhe seguiu. O caderno de encargos para o projectista era conciliar o aparato com o conforto, mantendo a majestade da função inicial com os usos para os cidadãos e os turistas que a adaptassem à realidade do século XXI.
Há muito que a ligação entre a parte urbana de Lisboa e o parque de Monsanto estava por concretizar.
Dando cumprimento ao programa do corredor verde, em Setembro está concluída a ponte que liga o Parque Eduardo VII ao grande pulmão da capital.
Não obstante as grandes dificuldades que esta gestão municipal herdou, em pouco mais de ano e meio, regista-se uma nova e enérgica dinâmica em Lisboa. Sob pena de Lisboa regressar a um passado recente de péssima memória e que ainda hoje se faz sentir, de modo pesado, na cidade.

A Câmara Municipal de Lisboa quer incrementar o uso da bicicleta na capital e, além de 45 quilómetros de pistas cicláveis, em obra ou em projecto, a autarquia vai criar igualmente 95 parques de estacionamento para os velocípedes. No total serão investidos 5,2 milhões de euros na construção de infra-estruturas destinadas às bicicletas
Não critico, de forma alguma, esta iniciativa, uma vez que considero que esta está recheada de bondade e que pode ajudar, em conjunto com outras medidas, a resolver alguns problemas na capital.
O que critico é a forma como o projecto está a ser implementado, sem estudos ou sem qualquer diálogo com as juntas de freguesia, sendo que estas serão, sem duvida, quem melhor contacto tem com o terreno e quem melhor percepciona as dificuldades, constrangimentos e necessidades das freguesias.
É assim em Alvalade, onde o presidente da Junta considerou o projecto como "uma aberração", na origem deste problema está um troço de uma ciclovia projectada para atravessar a Rua de Entrecampos e a Avenida Frei Miguel Contreiras que deverá atingir os 25 quilómetros de extensão até ao final do ano.
Ora o problema é que para este traçado existir, os moradores terão de abdicar, pela 3ª obra sucessiva, dos seus passeios, neste caso especifico, o passeio não será apenas encurtado, a acreditar no mapa da cml, será mesmo substituído pela ciclovia e a avenida passará a contar apenas com uma faixa de rodagem, numa zona onde o transito já é problemático.
Às palavras do presidente da Junta, circula agora um abaixo assinado para deter o projecto, e com apenas alguns dias de existência, já conta com 1.000 assinaturas, Alvalade tem apenas 9.000 habitantes.
Perante isto, Sá Fernandes diz não ser contra a existência das ciclovias "desde que sejam feitas com espaço suficiente para toda a gente circular" e reconheceu que na Rua de Entrecampos "existe um problema de estacionamento" mas salientou que o caso "ainda está ser estudado" e que ainda não há decisão definitiva sobre o futuro da rua.
O Problema é que as obras já começaram há dois meses!
Temos uma nova via, mas o caminho para lá se chegar é o mesmo, continua a falta de diálogo entre a CML e o poder local. Ideias boas podem surgir de um gabinete, agora para implementar essas ideias urge contactar quem está, efectivamente, na rua junto daqueles a quem essas ideias vão afectar.
Uma cidade milagreira e multicultural
Aparentemente, os contentores já não vão atormentar os moradores de Alcântara. Certamente em resultado da pressão dos movimentos de cidadãos e dos partidos políticos (entre os quais o PSD), António Costa recua no plano megalómano de aumentar o terminal de contentores de Alcântara.
Nada como o aproximar do acto eleitoral para lançar uma nova luz sobre algumas questões.