Terça-feira, 28.04.09

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António Prôa às 01:19 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Sexta-feira, 17.04.09

Um grupo de cidadãos “de esquerda” lançou um apelo para a união da esquerda nas próximas eleições autárquicas na capital. Este pedido aparece sustentado pelos piores motivos: “impedir o regresso da direita ao poder”. Não é em prol de um projecto comum porque não existe. Não é a defesa da continuação do trabalho realizado porque é quase inexistente. Este é o verdadeiro problema: desta vez, a dita esquerda não provou servir os interesses de Lisboa.

 

O primeiro responsável pela dificuldade de acordo entre a esquerda é, curiosamente, o seu principal beneficiado: António Costa.
O actual presidente da câmara demonstrou não ser capaz de governar a cidade de forma adequada. Na verdade os lisboetas continuam hoje sem saber se têm um presidente da câmara ou um ministro à frente da edilidade.
António Costa nunca apresentou um projecto coerente para o desenvolvimento da cidade. Não tem obra para apresentar. A esquerda em Lisboa não tem hoje um trabalho em que se possa rever e defender.
António Costa não foi capaz de construir a convergência da esquerda. Desprezou o PCP que tem demonstrado uma atitude coerente, sustentada e previsível e fez o que de pior se pode fazer para comprometer a confiança de um partido ao “aliciar” o seu único eleito à revelia da respectiva estrutura partidária como foi o caso de Sá Fernandes eleito pelo Bloco de Esquerda e que se “passou” para o PS.
Agora, António Costa bem pode arrepender-se mas parece já ser tarde para a união da esquerda. E mesmo que se venha a concretizar será pelos piores motivos: apenas tentar evitar a vitória da direita, porque pela positiva não restam quaisquer motivos. É o poder pelo poder. Desesperadamente.

texto publicado no jornal Meia Hora



António Prôa às 11:13 | link do post | comentar

Segunda-feira, 13.04.09

As candidaturas avançaram demasiado cedo. Cedo de mais. Assustadas com o Verão que se aproxima, as eleições para o Parlamento Europeu e as legislativas, quase todos os partidos se precipitaram na escolha dos seus candidatos a Lisboa. Mas será que o jogo eleitoral está definitivamente encerrado na capital? Não cremos. Muita água vai ainda correr. De todos os lados. É como Lisboa em tempo de cheias. Coligações anunciadas mas não concretizadas; intenções de bonitas convergências de esquerda que, no fundo, não passam disso mesmo; candidatos que ainda hão-de aparecer. De tudo isto Lisboa terá até Outubro, data previsível das eleições autárquicas na capital e no resto do País.

Até lá os alfacinhas aguardam. Depois do Verão, em inícios de Setembro, surgirá a frase fatal: les jeux sont faits, rien ne vas plus! Aí se verá quem foi a jogo! E serão mesmo só os que já estão em campo?

 


sinto-me

Pedro Quartin Graça às 15:22 | link do post | comentar

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